
Eu nunca tinha ouvido falar em ePub até ontem.

Já falei sobre o Evernote aqui no blog. Atualmente o considero como uma das principais extensões do meu cérebro, de tanta informação que guardo nele.
O VirtualBox, quando instalado, define a tecla Ctrl direita como hospedeira (Host). Isso significa que todos os atalhos do programa VirtualBox dentro de uma máquina virtual começam com essa tecla. Alguns exemplos:

Flisol é o Festival Latino-Americano de Instalação de Software Livre. Se você usa BrOffice, Firefox, Gimp, Pidgin… você usa software livre. Se você usa algum sistema operacional Linux, como Ubuntu, você usa dezenas de softwares livres.

Em cada post do Twitter sempre aparece o nome do aplicativo usado para atualizar. Quem entra no meu Twitter logo nota que tuito de várias fontes, assim as pessoas estão sempre perguntando quais são os melhores, o que tem de bom em cada um deles, porque detesto esse, porque gosto daquele, porque uso tanto outro, etc.
No trabalho, meus aplicativos favoritos são aqueles que me deixam logar em várias contas ao mesmo tempo ou que que me deixam alternar entre essas contas rapidamente, apenas clicando (sem ter que digitar usuário e senha novamente). Já em casa quero simplicidade e rapidez para acessar minha conta pessoal.
Já adianto que não tem aquele fantástico recurso de edição de imagens que torna o Windows Live Writer o nosso favorito. Pronto! Agora que você já conhece o principal defeito, vamos às diversas qualidades.
Primeiro tenho que contextualizar para este tutorial não ser executado em vão. Eu tinha Ubuntu 9 e Windows XP na mesma máquina, mas em partições diferentes. Primeiro instalei o XP, depois o Ubuntu e assim o boot era feito pela partição do Linux.
Por padrão, o aplicativo que o Ubuntu usa para gerenciar as partições de boot é o GRUB que, a grosso modo, tem a mesma função do Lilo, que é mais popular.
Nível: iniciante
Há pouco mais de uma semana contei aqui que tinha finalmente descoberto o Gnome Art. Parece pouco tempo, mas de lá pra cá já desisti do Gnome, experimentei o Kde, gostei do Xfce, tentei o Gnome de novo, me decepcionei com o KDE e voltei para o Xfce, que agora é meu veloz e lindo default desktop.
Contudo, continuo usando o Gnome Art para baixar temas, já que os pacotes da seção Application (Controles) são GTK+ 2, que ficam lindos tanto no Gnome quanto no Xfce.
É possível fazer download dos temas pelo site Gnome Art, mas o programa facilita bastante porque já faz download como root e porque mostra um preview ampliado, duas características das quais não abro mão.
Caso esteja na mesma situação: utilize o Xfce, mas queira utilizar o Gnome Art para downloads de temas, o procedimento é um pouco diferente do realizado no próprio Gnome:
Até mais!
Gosto tanto de temas, templates, skins, ícones… que vou dividir minha relação com o Ubuntu 9 em duas fases: antes e depois de conhecer o Gnome Art.
Provavalmente um dos recursos que eu mais utilizo no Ubuntu ainda seja a mudança de aparência do Gnome, já que estou longe de explorar todas as possibilidades de temas disponíveis:
Para ter ainda mais opções, instalei hoje o Gnome Art. No Ubuntu 9 use a busca rápida para encontrar e instalar o pacote gnome-art via Synaptic:
Após instalar o programa, ele poderá ser acessado via Terminal (gnome-art) ou pelo caminho:
Quando abrir o programa, basta clicar no meu Art para ver as galerias. Aviso desde agora que a galeria de Backgrounds pode demorar bastante para abrir no primeiro acesso. Confira as traduções dos demais recursos:
Para mudar a janela de login o caminho é:
Para mudar a tela de carregamento:
Divirta-se!
Descobri no Led Style
O Pidgin é o programa de conversação que eu uso sempre, em casa e fora dela. É um software que está disponível para Windows, Linux e Mac.
Eu descobri algo tão fantástico hoje a noite que meu coração está acelerado até agora: um complemento que coloca o menu do meu queridíssimo Flock em português. Testei tanto no Ubuntu 9 quanto no Windows XP e o resultado é o mesmo.
Quem de alguma forma trabalha com tecnologia e fica atento às novidades já deve ter percebido que cada versão do navegador Mozilla Firefox tem um codinome, um verdadeiro nome de guerra.
Já fazia alguns dias que estava usando o Google Chrome 3 Beta (agora já estou no 4), mas só ontem comecei a experimentar o recurso de temas. Eu, particularmente, amei essa possibilidade. Como já contei aqui, não é de hoje que estou enjoada desse azul-cueca-velha que o Google usa tanto no orkut como no Chrome, então a possibilidade de mudar muito me entusiasma.
Para ter acesso ao recurso de temas sem nenhuma gambiarra, é preciso ter o Chrome 3 ou 4 para Windows ou uma das versões em desenvolvimento para Mac e Linux.
É importante lembrar que nenhuma das versões está em fase final, isso significa que podem ser encontrados bugs. Estou usando o Chrome no Ubuntu 9 e o Chrome 4 no Windows XP e não tive problemas, mas recomendo que não instale se estiver em dúvida. Links para download:

Após instalar a versão de testes desejada, entre na Galeria de Temas e experimente. Ao clicar, você salva os temas em uma pasta pessoal. Assim, sempre que quiser trocar as cores do Chrome basta ir direto à pasta e clicar no tema desejado, sem precisar visitar a galeria novamente. A maioria dos temas são muito belos, como estes cinco que selecionei:
Assim como no Opera, não é preciso reiniciar o navegador para ver as modificações, basta aguardar o tempo de download do arquivo de tema. Sempre que quiser voltar à cor original, basta aplicar o tema Classic ou acessar Opções » Personal Stuff » Themes » Reset to default theme.
Divirta-se!

Não são poucos os blogueiros que se assustam quando olham as fontes do próprio blog pela primeira vez em um outro navegador ou em outro sistema operacional. Isso ocorre simplesmente porque as fontes instaladas nos mais diversos sistemas operacionais não são as mesmas.
Como usuária de Windows XP e Ubuntu 9, vou listar o que considero como possíveis soluções para que blogueiros que usam Windows consigam definir suas fontes corretamente de forma que usuários Linux não sejam prejudicados.
Desde ontem estou usando Ubuntu 9 como meu segundo sistema operacional. Eu já tinha usado algumas distribuições Linux informalmente em casa ou de forma compulsória em telecentros e órgãos públicos, mas desta vez instalei para valer.
Meu sistema operacional padrão é o Windows XP Professional que está garantido no posto por enquanto, já que ainda sou uma Adobe-dependente e acho que Microsoft-dependente também. Como também não sou programadora (quis ser um dia, mas já desisti) estou interessada mesmo é em aprender a manusear o Linux, como usuária final, para fins acadêmicos, concurseiros, "bloguísticos" e jornalísticos.