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domingo, maio 10, 2026

Um mês feliz sem trigo

Apesar dos fortes indícios de que pão, macarrão e pizza me fazem mal desde criança, só depois que comecei a ler o livro Barriga de Trigo parei definitivamente de comer alimentos com trigo. Desde então, só alegria:

😊 Não tive mais refluxo.
Eu tinha muito, principalmente na hora de fazer abdominal na academia, mesmo se tivesse comido há muitas horas.
😊 Não tive cólica menstrual
Pela primeira vez na vida, não senti dores durante a menstruação. Já foram dois ciclos assim, sendo que o primeiro ciclo sem dor foi após poucos dias sem trigo.
😊 Diminuíram minhas coceiras noturnas
E também parei de comer milho, que me dá muito mais coceira do que trigo. Recentemente, descobri que coco também me dá coceira, então vou parar de comer também. Quando li a enorme lista de doenças (inclusive de pele) causadas por trigo, percebi que sentir coceira é um superpoder, já que é meu corpo denunciando um problema que a maioria das pessoas vai levar décadas para perceber.
😊 Diminuição de inchaço e gases
Vinagre e leite fermentado também me ajudam muito nisso. Sobre disbiose, SIBO e SIFO, recomendo o livro Superintestino, do mesmo autor.
😊 Menos fome, mais saciedade
Demoro mais horas para sentir fome entre as refeições e também sinto saciedade mais rapidamente depois que começo uma refeição.
😊 Menos desânimo, menos preguiça
E também não senti falta do antidepressivo, cuja dose meu psiquiatra já tinha reduzido antes da alta, que veio semana passada.

Tive redução de peso também, mas desde criança meu peso sempre oscilou de uma semana para outra. É fato que estou comendo menos, mas comer menos nunca me ajudou a perder peso porque meu corpo tem outras formas de compensar a redução de calorias. Então vou esperar mais alguns meses para confirmar isso como tendência da vida sem trigo.

Em breve, vou fazer exames de sangue para checar se houve mudanças nas taxas de ferro, triglicerídeos, glicose e colesterol.

Não vou entrar em detalhes, leia o livro

Para entender melhor qual é a relação do trigo com tudo isso que relatei acima, recomendo ler o livro inteiro, que é todo sobre como o trigo é um veneno disfarçado de alimento. Diabetes, calvície, enxaqueca, fibromialgia, demência, surtos esquizofrênicos, colesterol alto, obesidade, distúrbios alimentares, problemas de pele… é muita desgraça associada a uma monocultura só.

Caso também tenha suas suspeitas e queira experimentar viver sem trigo, recomendo muitíssimo que leia pelo menos os capítulos com as sugestões de cardápio. Como o próprio William Davis destaca no texto, a tendência das pessoas é substituir o trigo por outros amidos problemáticos, por isso ele próprio dá receitas e dicas de cardápio para as pessoas não precisarem ir atrás de qualquer ideia ruim postada na internet.

Também é muito importante não confundir a dieta sem trigo (e outros amidos nocivos) com a dieta cetogênica. No livro, o médico explica direitinho a diferença, inclusive destacando os riscos de fazer a dieta cetogênica por longo prazo. Já a dieta sem trigo é para a vida toda, sem risco de faltar nenhum nutriente importante.

Desacreditada pelos médicos

Não vou fazer a recomendação politicamente correta de consultar um médico para confirmar seus problemas com trigo porque durante 40 anos isso não funcionou pra mim. Foram dezenas de médicos que não me ajudaram porque não estavam atualizados sobre esse assunto. Sempre que eu tentava conversar com um "especialista" sobre isso, era desacreditada como se estivesse vendo chifre em cabeça de cavalo.

Por isso, foi muito prazeroso pra mim ler esse livro e perceber que eu não estava doida. Minhas suspeitas de décadas foram confirmadas. Assim como eu já tinha percebido na prática, testes comuns de alergia e intolerância nem sempre detectam a intolerância ao trigo. Até mesmo a doença celíaca pode passar silenciosa por esses testes.

Se eu tivesse parado de comer isso ainda criança, quando eu já tinha muita coceira e uma visível barriga de trigo, teria evitado 1001 problemas de saúde física e mental que vieram depois. Sem falar nos problemas comportamentais e de relacionamento decorrentes desses problemas de saúde.


Mas chega de lamentar! Leia o livro Barriga de Trigo e decida por si só se quer atravessar para o lado de cá, o lado dos "sem trigo". Caso já esteja por aqui, o livro pode ajudar você com os argumentos para convencer mais pessoas. Eu ainda estou na luta para convencer algumas pessoas da minha família que têm vários problemas de saúde causados por décadas consumindo trigo, mas ainda podem se beneficiar muito se pararem de comer agora.

Caso não tenha condições de adquirir o livro, entre em contato que empresto o meu.

Até mais!

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